Mulheres ainda são vistas como as principais influências pessoais na educação das crianças, rainhas do lar e responsáveis pelo cuidar dos maridos. Mas cada vez mais encontram-se inseridas no mercado de trabalho e aos poucos estão conquistando cargos de chefia em grandes empresas e se tornando criadoras de negócios. Com um jeito diferente de pensar, nós estamos nos tornando cada vez mais bem informadas (e formadas) e seremos as responsáveis pelo desdobrar dos rumos femininos de gerações futuras.
Esse ano, as mais novas mulheres da geração Y estão completando 18 anos. As mais velhas tem 31 anos e ainda carregam muita energia e vontade de mudar. Cada vez mais encontramos mulheres que prolongam a estadia na casa dos pais, adiam a gestação, procuram praticidade e não querem cuidar dos maridos (ou namorados) como se fossem seus filhos.
Nós sabemos o que não queremos. Não queremos nos doar totalmente a família e esquecer sonhos profissionais como a maioria de nossas mães fizeram. Não queremos nos casar cedo e nos tornar devotas de maridos. Não queremos filhos tão cedo, pois queremos nos dedicar cada vez mais aos estudos e sabemos que isso nos leva tempo. Não queremos que homens paguem nossas contas e controlem nossas roupas. Nós queremos independência e reconhecimento por nossa competência.
Nós sabemos o que não queremos. Não queremos nos doar totalmente a família e esquecer sonhos profissionais como a maioria de nossas mães fizeram. Não queremos nos casar cedo e nos tornar devotas de maridos. Não queremos filhos tão cedo, pois queremos nos dedicar cada vez mais aos estudos e sabemos que isso nos leva tempo. Não queremos que homens paguem nossas contas e controlem nossas roupas. Nós queremos independência e reconhecimento por nossa competência.
Sim. Existem aquelas que querem ser mãe, sonham em casar e querem se dedicar a família - assim como a personagem Betty Warren do filme O Sorriso de Monalisa (2003) - e as que assim o querem, também são extremamente bem sucedidas em suas escolhas. Apesar de muito difícil, hoje é possível conciliar seu lado profissional com o lado "esposa, mãe e dona de casa".
Mas além de tudo o que alguns ainda entendem por "destino e realização de todas as mulheres", nós temos hobbies, temos interesses em diversos assuntos e temos diplomas. E mesmo as que não tem diplomas possuem a criatividade e a iniciativa para construírem novos empreendimentos. Lembrando que algumas simplesmente não se sentem tocadas pelo instinto materno e fazem essa escolha, de não ter filhos, sem a menor culpa.
Profissionalmente falando, nós sentimos cada vez mais que "qualidade de vida" é fundamental. Não nos prendemos à salários altos ou promessas de promoções futuras. As mulheres de Y querem trabalhar aonde se sentem realizadas e possuem prazer e amor pelo que fazem, respeitadas por suas individualidades e aonde possam manter a estabilidade de suas vidas pessoais. Nós somos mais práticas, organizadas, comunicativas, intuitivas e apegadas aos nossos valores pessoais. E sim, nós temos pressa!
Estudos mostram que as mulheres já são a maioria da população, mas mesmo com nossa batalha por igualdade o que vemos é que homens ainda são mais numerosos no mundo corporativo e possuem preferência em processos seletivos.
Mas com formação e autoestima, as mulheres também têm sido mais reconhecidas e vêm adquirindo mais autonomia. Nós iremos fazer uma revolução no mundo corporativo e isso é só uma questão de um pouco mais de tempo.


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